São Paulo
Local:
Casa da Luz
Rua Mauá, 512
Centro - São Paulo
Horário:
das 14h às 22h
$
R$ 15
Artes Visuais, Festival, Instalação, Música, Performance
Festival Sunshine

O FESTIVAL Sunshine Queens chega a sua 5ª edição dedicado ao trabalho de artistas mulheres. O evento dominical acontece dia 13 de janeiro de 14 a 22 horas na Casa da Luz, centro histórico de São Paulo, e celebra artistas visuais, shows, palco aberto, performances, roda de conversa e a Feira Sunshine Queens com alquimias e produtos místicos.

A física quântica explica que os diferentes níveis vibracionais determinam o espectro de percepção da realidade, como a limitação de cores vistas através do aparelho humano.

A proposta do evento é explorar através dos sentidos e artes apresentadas os diferentes estados de vibração, aumentando a amplitude de conexão e expansão da percepção em direção a planos mais sutis e imateriais.

O tema desta edição é “A cura pelo eu superior”, reunindo obras e artistas que se nutrem de cura e transmutação energética pela arte. O festival foi inspirado em uma busca para gerar cura pela conexão, observando o nosso eu superior e entidades que contêm energias galácticas de evolução.

Abriremos a nossa programação com a Bruxa Fernanda Surati Lúcio, que fará a abertura coletiva do círculo mágico.

Seguimos com a ambientação sonora da Dj Alline Resende em set criado especialmente para o evento.

PROGRAMAÇÃO

LITERATURA – Leitura de poesia EM Seguida

JAM SESSION – JAMa Queens palco aberto, para participar é fácil.
Mais de 20 musicistas confirmadas. Para participar mande seu Nome, RG e instrumento que toca no e-mail: sunshinequeensbr@gmail.com

Cacá Molgora – Forro das Mina
Lika Rosa – Lika rosa trabalho autoral

*Incentive sua mana a subir no palco, esse é o nosso lugar

FEIRA MÍSTICA – SUNSHINE
Enquanto isso, nos dois andares da Casa da Luz, estarão acontecendo a Feira Sunshine com mais de 30 expositoras apresentando produtos esotéricos, artesanato, bio cosméticos, moda consciente e produtos terapêuticos e holísticos.
Barbara Schrage Aline Menezes Dultra Isadora Reimão Bell Seabra Camila Eiroa Camila Chang Ena Yane Valentin Aila Corte Neko Oráculos Mariana Pacor Yabás Acessórios Handmade Laura Monteiro Pastore Juliana Perez Ar Mênia Gomes Indiara Nicoletti Ramos Ateliê Akasha Karina Beraldo

Nessa edição vamos ter um espaço para cortes de cabelo, SIM, vem transmutar essa energia.

INSTALAÇÃO

Julia Linda – “Reflexos de percepções sobre a feminilidade”.
Desenvolvida pela artista Julia Linda, pedaços trás o diálogo, dúvidas e caminhos do eu dentro do mundo e nossos confrontos de pertencimento e afirmação. Reflexos de percepções sobre a feminilidade, o eu e o nós em estudos sobre o corpo e a presença, transmitidos através de pinturas.

Sara não tem nome – AJNA
O terceiro olho.Seriam os pontos de dor os mesmos pontos de cura? Os poros do corpo, as aberturas de troca com o externo, o limiar entre nosso dentro e o fora, são possibilidades de dores e prazeres. Ajna é o chakra frontal ligado a mente consciente e a mente espiritual. As pedras podem pesar o corpo e também podem transmutar energia nesses pontos. O ritual é a tentativa de reconexão dos nossos corpos com a terra e com a mente fluxa, que pode não apenas desviar as pedras do caminho, mas utilizá-las para cura e libertação.

Vitória Misae – “Bachianas Brasileiras”
Foi a primeira série da artista visual, Vitória Misae, com temática no surto psiquiátrico e o despertar espiritual, baseada em sua experiência pessoal com ayahuasca. O despertar espiritual, encarado como surto psicótico na época, durou cerca de três meses e as obras foram criadas em forma de rito. Produzidas de janeiro de 2014 à julho de 2018, a série envolve pinturas e desenhos, introduzindo um mundo de fantasia, memória, dor e cura.

PERFORMANCE
Adentrando a noite, Acsah Lírio interpreta “A desconstrução do amor romântico” em performance ancorada no amor universal.

NÚMERO
Las Chamas Violetas
Em um mundo de intrínseca transformação, nasce a sagrada união artística das mulheres em contínua expansão. Sua luta e resistência se dá através de símbolos e linguagens rítmicas; poesias cantadas, danças com pitadas de magia e uma intenção que se transforma em batuques são a receita para o caminho da transcendência da existência nesse deserto profano em contraditórias alquimias inter-estelares.

MÚSICA
Luíza Luz – Show Campo dos Afetos
A artista transdisciplinar Luíza Luz, convida Alexandre Drobac, Kalyani e Nico para co criar campos de afeto através da música. Nesta edição, a artista apresenta composições autorais e releituras de compositoras mulheres, como Clara Nunes e Juçara Marçal. A proposta deste projeto é ofertar contextos de integração através de sonoridades ancestrais, contemporâneas e possibilidades futuras. Quais afetos podemos despertar através da música?
www.luizaluz.com

Josyara Lélis – Show Mansa Fúria.
A artista Josyara Lélis apresenta show do seu recém-lançamento disco Mansa Fúria. O disco foi produzido por Jenix (Baiana System) e patrocinado pela Natura Musical, recebeu excelentes críticas e está entre os melhores álbuns de 2018.
Se em seu disco de estreia “Uni Versos” ela apresenta suas raízes do sertão baiano, em Mansa Fúria ela escancara sua versatilidade trazendo uma voz e violão que dialogam perfeitamente com texturas eletrônicas.
Percebi que minhas canções refletem muito as águas e seus movimentos. É como meu corpo reage. Uma hora maré mansa, outra hora mar revolto, rio na enchente. Eu transbordo demais. Mansa Fúria também é o nome da musica mais antiga do disco, tem cerca de 10 anos. E quando a escolhi vi que tinha uma força grande que ainda carrego comigo. Nela diz “por que eu quero viver na mansidão, mansa fúria como o mar”. É isso. As outras canções falam também muito nessa calmaria raivosa de como levo a minha vida, completamente.

FLASH DAY
Isadora Reimão – Devaneio Tattoo
Isadora Reimão é artista plástica e tatua há três anos. Seu trabalho tem como característica principal o traço fino e delicado e a temática de animais e plantas e seres sutis de um mundo fantástico.

Aline Menezes Dultra – Caninazul
Caninazul é ilustradora e tatuadora handpoke (técnica sem máquina e com cristal. Menos dolorosa e menos agressiva) há mais de cinco anos. Com trabalhos que transitam entre a noite, os seres da terra e simbolismo mágico.

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