São Paulo
Local:
The Week
Rua Guaicurus, 324
São Paulo
Horário:
17h
$
de R$ 25 a R$ 50
Ingresso
Festival, Música
Festival No Ar Coquetel Molotov

Para a estreia do festival pernambucano em São Paulo, o No Ar Coquetel Molotov reuniu um time de peso.

Boogarins, Tuyo, um show especial de reencontro das cantoras Karina Buhr, Alessandra Leãoo e Isaar França, se juntam com Baco Exu do Blues, Maria Beraldo, Edgar e a coletividade.NÁMÍBIÀ.

Apostando em um line up diverso, o No Ar fortalece a sua posição na plataforma Keychange, conhecida por incentivar a igualdade de gêneros nos festivais.

Baco (Exu do Blues), ganhou o Brasil com a música Te Amo Disgraça, responsável por angariar prêmios em diversos eventos do país, incluindo o Prêmio Multishow, neste ano, quando foi escolhida como Canção do ano e, além disso, ele também foi o Artista Revelação da premiação. No show do festival, Baco vai apresentar músicas dos seus trabalhos anteriores, como o disco Esú, e também canções do álbum Bluesman, que será lançado dia 23 de novembro.

As cantoras e percussionistas Alessandra Leão, Karina Buhr e Isaar, estão preparando um reencontro histórico. Isso porque, juntas, elas criaram, nos anos 1990, a banda Comadre Fulôzinha. Suas músicas cativaram o público rapidamente, o que fez com que começassem a circular por todo o Brasil e por países da América do Norte e Europa. Após 20 anos, apresentam um show especial na edição de São Paulo do Festival No Ar Coquetel Molotov. O repertório é baseado na relação das cantoras e compositoras com ritmos tradicionais do Nordeste, como Maracatu e Baião, e é composto por músicas, tanto de suas carreiras solo, bem como interpretações de canções do projeto que homenageia, em seu próprio nome, o folclore brasileiro.

A cantora e compositora Maria Beraldo é também conhecida por tocar e cantar na banda de Arrigo Barnabé e ser integrante da Quartabê. No festival, ela irá tocar as canções do seu álbum de estreia, CAVALA (Selo RISCO). O disco traz o grito de liberdade de uma mulher lésbica e traduz o passo de uma clarinetista que se transforma em compositora e sobre a estreia do festival em São Paulo, ela comenta: “Sinto que o Coquetel Molotov em São Paulo deve carregar pra cá um pouco do fervo de Recife e elevar nossas temperaturas pra onde elas precisam chegar pra que a gente sobreviva e se fortaleça nesse inverno que vem vindo. Eu que vou tocar na edição do Recife também, serei mais um material de alta condução dessa temperatura vital. A cavala vai estar de cavalaria”.

O rapper paulista Edgar, uma das revelações da nossa safra musical do país, chega com tudo e apresenta o álbum de estreia Ultrassom, lançado em setembro deste ano. Conhecido por sua alma nômade e cidadão do mundo, ele insiste no princípio básico do rap: compromisso social. No ritmo, no entanto, ele foge da tradição ao trabalhar com batidas lineares e quase metódicas, produzidas por Pupillo, que também assina com o artista as faixas Felizes eram os golfinhos e Saúde mecânica.

Tuyo lançou o EP Pra Doer em 2017 e prepara um novo trabalho para ser disponibilizado ainda este ano. O som da banda tem chamado a atenção pelamistura entre o orgânico e o sintético. Além disso, compõe o palco, a banda Boogarins, que já se apresentou na edição 2016 de Recife, além da festa de abertura do Coquetel Molotov em 2014. Desde então o Boogarins tornou-se destaque no indie brasileiro e influencia o som de outras bandas que vem surgindo recentemente. Também fizeram parte no line-up de importantes festivais de música do mundo, como o Coachella, edição 2018, que acontece na Califórnia (EUA). Hoje, em sua discografia, possuem três discos: As Plantas Que Curam (2013), Manual (2015) e Lá Vem a Morte (2017).

E quem vai encerrar a festa é a Coletividade NÁMÍBIÀ com DJ set de Dany Bany e Valentina Luz, além de performances de Ana Giselle, Paulet Lindacelva e Euvira. Através de referências que vem de Detroit e Chicago, sabe-se que as origens do Techno e House são de artistas negros incríveis, como Juan Atkins, Derrick May e Kevin Saunderson, o “Belleville Three”, e Frankie Knuckles e é através deste viés que transitam as perfomances das artistas que integram o movimento. “Nós somos uma coletividade de pessoas negras, majoritariamente TLGBQ+, que conecta artistas de diferentes áreas das artes visuais e da música, de diferentes regiões do país, com destaque pra região nordeste. A coletividade se dá pelo agrupamento rotativo de artistas que possuem interesses em comum, como uma articulação política que tem como objetivo a democratização da cultura, a inserção e valorização de artistas TLGBQ+ negros, trazendo visibilidade, representatividade, ocupando e resistindo na cena noturna de São Paulo. Buscamos também dar acesso a entretenimento a pessoas trans e negras, com intuito de criar espaços de sociabilidade saudáveis e possibilitar oportunidades de trabalho através da nossa produção artística e intelectual, criando uma rede de apoio, de forma que os projetos individuais sejam potencializados com a coletividade”, conta Euvira.

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