São Paulo
Rapidinha com o Uia: Pedro Luís
Por: Uia Diário
10 de janeiro de 2019


Pedro Luís por Nana Moraes

O carioca Pedro Luís estreou no mundo artístico no espetáculo “A Farra da Terra”, com a trupe de Asdrúbal Trouxe o Trombone, no começo dos anos 1980. Depois, foi punk no grupo Urge e, nos anos 90, deu forma musical ao funk poético do Boato. Na mesma década, tornou-se argamassa da usina musical chamada A Parede, e com a mesma turma formou o Monobloco, um dos maiores blocos de carnaval do país, com 18 anos de existência.

Ao longo de sua carreira, veio ganhando reconhecimento também como compositor, sendo gravado por nomes como Ney Matogrosso, Elba Ramalho e Adriana Calcanhotto. Também produz discos de diversos talentos da música nacional, faz trilhas para teatro, cinema e TV, cria, dirige e participa de shows especiais com artistas como Zélia Duncan, Maria Rita, Roberta Sá, Elba Ramalho, Adriana Calcanhotto, Chico César, Marcos Suzano, Pepeu Gomes e Jards Macalé.

Em 2018, Pedro Luís quis homenagear Luiz Melodia, uma de suas maiores referências musicais. Primeiro montou um show apresentando novas versões para as músicas do clássico álbum “Pérola Negra”. E o resultado ficou tão bom que ele decidiu gravar um álbum, batizado de “Vale Quanto Pesa – Pérolas de Luiz Melodia” e lançado em dezembro. São oito das 10 músicas do original “Pérola Negra”, além de “Fadas”, “Congênito”, “Cara a Cara” e outras canções do homenageado. Mas a ideia era revisitar as obras sem soar como cover. E deu muito certo!

Aproveitamos o lançamento do disco pra fazer uma Rapidinha com ele:

Uia: Qual a primeira palavra que te vem à cabeça quando pensa em São Paulo?
Pedro Luís: Diversidade.

Uia: E o primeiro lugar que você vai quando está por aqui?
PL: Andar na Paulista.

Uia: Se você resolvesse se mudar para São Paulo, qual seria o motivo que te traria pra cá?
PL: Todos.

Uia: E um motivo para não vir de jeito nenhum?
PL: Falta da praia.

Uia: Uma trilha sonora pra São Paulo.
PL: Céu, Tulipa, Criolo, Itamar, Adoniran.

Uia: Um rosto e/ou voz pra São Paulo.
PL: Irmãos Campos/Arnaldo Antunes.

Uia: Há algum lugar em SP que te faça se sentir em casa?
PL: Rua Augusta do lado do Centro, onde tive o prazer de morar.

Uia: Como foi sua primeira vez em São Paulo?
PL: Frio danado! Cheguei garoto, com o Cobra Coral, desembarquei na Rodoviária do Glicério e me perguntei: “Que frio é esse?”. Saí pra comprar casaco.

Uia: O que você traria da sua cidade pra cá?
PL: A praia do Leme.

Uia: E o que levaria daqui pra lá?
PL: A competência pra trabalhar e um percentual das opções culturais.

Uia: Qual bairro/espaço de São Paulo você homenagearia numa canção?
PL: Já homenageei vários na minha canção Moto Boy, abertura da novela Vila Madalena. Mas a Liberdade é coisa pra se homenagear sempre.

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