São Paulo
Rapidinha com o Uia: Juliana Perdigão
Por: Uia Diário
14 de maio de 2019


juliana perdigão

Juliana Perdigão canta e toca clarinete, clarinete baixo e flauta. Em seu trabalho solo ou em colaboração com outros artistas e grupos. Gente como Tom Zé, Tulipa Ruiz, Jards Macalé, Ava Rocha, Ná Ozzetti, Rodrigo Campos e Romulo Fróes.

Em 2012, lançou seu primeiro álbum solo, “Álbum Desconhecido” (YBmusic/Natura Musical), e em 2013 dedicou-se a trabalhar em tempo integral no Teat(r)o Oficina, primeiro como musicista e depois como atriz. Três anos depois voltou ao estúdio para trabalhar em seu segundo álbum, “Ó” (2016), (YBmusic/Natura Musical), com produção de Romulo Fróes.

“Folhuda” (Red Bull/Circus), o terceiro disco solo, veio em janeiro deste ano, produzido por ela própria e Thiago França, e muito bem de parcerias nas letras e nas gravações: as 12 faixas são de autoria de Juliana, poemas musicados em parceria com Arnaldo Antunes, Oswald de Andrade, Paulo Leminski, Angélica Freitas, Murilo Mendes, Bruna Beber, Renato Negrão e Fabrício Corsaletti; e o disco conta com participações de Arnaldo Antunes, Lucas Santtana, Ava Rocha, Angélica Freitas, Cecília Lucchesi, Iara Rennó e Tulipa Ruiz.

Juliana acaba de lançar o primeiro vídeoclipe desse trabalho: “Mulher Limpa”. A faixa é um poema de Angélica Freitas, publicado no segundo livro da autora, Um útero é do tamanho de um punho (2002), cujo tema central é a mulher. Carol Castanho, Marcelo X e Sara Lana foram os diretores do clipe, que traz imagens coletadas a partir de uma pesquisa realizada na internet sobre mulheres e publicidade. Clique aqui pra assistir e confira abaixo a Rapidinha que fizemos com ela:

Uia: Qual a boa em São Paulo?
Juliana Perdigão: Andar pelas ruas do Centro, caminhar na Avenida Paulista fechada domingo à tarde, SP na Rua, Virada Cultural, Feiras Livres, Aska Lamen, Pinacoteca, Masp, Teatro Oficina, Casa do Mancha, Casa de Francisca, Sescs.

Uia: E uma roubada?
JP: Ir pra qualquer lugar entre 18h e 19h.

Uia: Uma trilha sonora pra São Paulo.
JP: Ladeira da Memória, Grupo Rumo.

Uia: Qual o último show que você viu na cidade?
JP: Foi teatro, Black Brecht, no Sesc Pompeia.

Uia: O que te tira o sono em SP?
JP: Pessoal que volta bêbado das baladas na Matarazzo e fica falando na porta de casa.

Uia: Alguma solução pra voltar a dormir em paz?
JP: Sonífero, acostumar com protetor auricular, extinção do Villa Country.

Uia: Um rosto e/ou voz pra São Paulo.
JP: Itamar Assumpção, Mano Brown.

Uia: Um espetáculo que você gostaria de ver na cidade.
JP: Robert Wyatt.

Uia: Qual bairro você homenagearia numa canção?
JP: Bixiga.

Uia: Uma frase que defina São Paulo.
JP: Quem procura, acha.

 

*Foto: José de Holanda

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