Porto Alegre
Local:
Parrhesia RADIO WEB
Travessa dos Venezianos, 30
Porto Alegre
(51) 3573-6476
Horário:
18h
$
Grátis
Cinema, Evento
As bruxas que você não pode queimar

As bruxas que você não pode queimar.

Quando?
Entre 15 e 17 de novembro.

Aonde? PARRHESIA (ver programação completa)

Mostra de Filmes( cinema de rua)

A partir de uma conexão, do caminho itinerante, las culturas de resistência se encontram e se se somam a proporcionar troca de conhecimentxs.

Popular não-binário e descolonizado.
América Latina, Abya yala será toda anarco feminista.

Exibições de filmes
debates, Evento Orgânico
comida vegana (e para todxs xs gostus)
15 a 17 de novembro

espaço autonomista, anti carcelario
não binário, antisexista, antispecista, antiracista, antifascista, não xenófobo.

Trocas de conhecimento
Eu tenho boca não fala por mim.
Nós somos as bruxas que você não pode queimar, mulheres, diversidades, sem binaristas
Nada para comemorar na gaiola do capital, a necessidade de saber historicamente afeta as estratégias de dominação, controle de toda a América Latina, Abya Yala desapareceram Desmontagem reais dessas políticas, uma vez que temos uma imagem verdadeira e informações sobre o que Isso está acontecendo.
a normalização da violência, colonização e intoxicação. NÃO A ascensão do fascismo, fascismo nunca parou, o fascismo sempre esteve presente na Terra, colonização, escravidão, heteropatriarchy, uso da terra, binarismo, especismo, o racismo, a xenofobia.
Mãe Terra foi colonizada milhões de anos atrás, tomamos água, terra, ar, fogo, a liberdade, a colonização, a sua herança de suas bandeiras e nomes para elevar independência proclamada falsa, nacionalismo, patriotismo.
Da periferia, afrodescentientes, indígenas, rurais, urbanas, migrantes, animalxs, não-binário, LGTBQ, prisão, trabajadorxs, rua, professores populares e pedagogias livres.
Somos todos vozes que nenhuma luta consistente queria ouvir ou incluir nós que lutam com ações, que lutaram sua violência e privilégio sexista.
Somos prostitutas, radical, bruxas, gordura, indiano, choras, que não querem viver 8 horas em uma empresa ou empregador, eles não andam com medo, mas com fúria na rua, os violadxs, o abusado, os sitiada, sem dinheiro para a faculdade, eles falam mais, que custa você ouve.
ELE me mata ELE me mata ELE me ELE me mata ELE mata como mata leis e não Burge como os leis de Seu DISCUSSÕES Pé comprar com Dolare aprovar mega MESMO Projeto ambiental que a totalidade ou Conselho de bairro é oponha a Polícia é SUA Merce Para proteger propriedade privada para comandar o que entende que ou território é defendido
Somos e estamos unidos a América Latina Abya Yala não tem bandeiras, patrióticas ou gêneros, abortistas.
Estamos onde estamos na luta diária, porque nós ainda se lembra nuestrxs muertxs vivxs e sabotar seu capital, sua colonização, seu privilégio, resgatando o que eles chamam nosotrxs é lixo e comida.
Quem questiona suas estruturas heteropatriarcais, binárias e privilegiadas.
Aqueles que questionam seus sistemas econômicos, longe deles, sem teto ou lei.
Porque onde quer que você olhe, isso faz você querer chorar.

Porque o mundo é uma porcaria que não há onde pegar.

Eu pergunto minha cabeça também ao meu coração

e ambos clamam por compromisso e rebelião.

Porque às vezes não encontramos a alegria de viver.

Porque estar sempre perdendo não é tão fácil de assumir.

O sangue corre pelas veias, ajuda-nos a continuar.

E a democracia social nunca nos seduzirá.
Nós somos o que nós estamos olhando para a consistência, porque é a nossa vida que também amaneza dentro do non horizontalidade de suas estruturas revolucionrias.
Os migrantes que fugiram da violência ter atribuído um sexo binário, sendo pobre, violência, periferia, que carregam nossas casas para trás, conchas errantes.
Aqueles que semeiam, defendem a terra, povos nativos, não queremos agrotóxicos
Vejo você nas ruas.
Triagem do cinema, troca de conhecimento.
Eles estão um pouco arrependidos pela tradução, um evento organizado por muitos companheiros migrantes e pelo brasil
Autogerido!
De 15 a 16 anos
18 30
Coven com trocas de conhecimento latino-americano, abya yala em defesa.
Entrou em aberto para os nossos animais companheiros (cachorros, gatos)
Entrada livre
Feira aberta, (traga sua autogestão, venda, permuta)
Cerveja artesanal
Debate de cinema
Filme feminista
Soberania alimentar, plantio, conhecimento ancestral de plantas medicinais
Cinema não binário
Linguagem não sexista e não-binária
Software livre
Lgttbq
Afrodescendente
Indianista em defesa da terra.
Anti prisão
Antiespecista
Descolonizador e popular.
Autodefesa feminista.

espaço autogestivo anti carcelario não binário, antisexista, antispecista, antiracista, antifascista, não xenófobo.

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