Porto Alegre
Local:
Estreito da Chosen
Rua Vasco da Gama, 542
Porto Alegre
Horário:
Das 18h às 00h
$
Grátis
Exposição
Cobrio ©

O agrupamento de pessoas, seres, objetos ou animais da mesma espécie, em gramática, é chamado substantivo coletivo; palavra que mesmo no singular representa a pluralidade. O Brio é coletivo e indivíduo, vozes consonantes que se encontram em processos criativos, colaborativos e experimentais – em uma rede de afeto e confiança.

Na exposição COBRIO coexistem, coabitam e convivem alguns binômios como, forma/conteúdo, imaginação/realidade, subjetividade/objetividade. O prefixo CO remete ao que é realizado em conjunto, de forma cooperativa. Ao mesmo tempo que cobre as vertigens visuais desses indivíduos em diferentes materialidades: serigrafia, bordado, ilustração, fotografia e tipografia.

Sobre o coletivo Brio:
Somos coletivo e indivíduo. Quando juntos damos forma a coisas e quando separados também. Cada um escolheu diferentes formas de se expressar visualmente, fora do projeto de design. Ilustração, serigrafia, bordado, fotografia, tipografia. Tudo é o nosso trabalho como coletivo ao mesmo tempo que mostra um pouco de nós. Olhando aqui, de forma separada, se percebe o pouquinho que todo mundo contribui para sermos o que somos.

Alice Meditisch: o bordado como apropriação, intervenção e possibilidade de ressignificação da memória.

Alice Oliveira: interconectando expressões artísticas – primitiva e contemporânea – no contexto do ativismo urbano e estimulando a igualdade de gênero.

Asdrubal Fabris: fantasia e melancolia se encontram na fauna íntima do ilustrador.

Camila Bermudez: suas gravuras exploram diferentes signos e formas para representar a fluidez e movimento dos corpos e das águas, traz nas fotografias analógicas e digitais a apreciação por estruturas geométricas e cenas urbanas.

Guilherme Robaski: o bordado como narrativa da existência introspectiva, criação de superfícies, lugares isolados e casas fixas em oposição ao movimento.

Natalia Blauth: paisagens naturais, experiência da fotografia analógica, o espelho e a presença.

Marcos Oliveira: expressa na tipografia uma reflexão sobre a unidade mínima da comunicação oral através das letras e suas variações formais.

Curador: Pedro Bevilacqua

Até 08/12

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